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domingo, janeiro 23, 2011

Submarinos particulares

Empresa produz submarinos particulares, como informa o IG em matéria abaixo. E os nossos submarinos militares nem sinal!!!




Mergulhe em seu próprio submarino

Submarinos particulares para ver a vida marinha de uma outra perspectiva

Amadeo Gattieri, especial para iG




Foto: Divulgação
DeepFlight Falcon, que custa US$ 1,3 milhão e é capaz de atingir 300 m de profundidade
A empresa americana Hawkes Ocean Technologies criou um “brinquedo” capaz de encantar aqueles que já possuem quase tudo. Trata-se do DeepFlight Falcon, primeiro submarino particular do mundo, com capacidade para duas pessoas.
À venda por US$ 1,3 milhão, o veículo desce até 300 metros de profundidade utilizando a força dos próprios motores, que expelem jatos de água para empurrar o veículo para baixo. Tecnologia diferente da usada nos submarinos convencionais, que usam lastros para afundar. Isso significa que, em caso de pane, o Falcon boia e volta automaticamente à superfície, sem nenhum risco a seus ocupantes.

Foto: Divulgação
O submarino tem capacidade para duas pessoas, que ficam em cabines pressurizadas
Por utilizar um sistema de propulsão elétrica, ele é silencioso e não polui. O cockpit é totalmente eletrônico e a cabine é pressurizada, com oxigênio suficiente para 24 horas - uma margem de segurança generosa, já que os mergulhos duram, no máximo, entre duas e três horas.

De fácil manuseio, o Falcon pode ser pilotado por qualquer pessoa que saiba mexer em todos os controles e conheça as medidas segurança. Aspecto crucial em se tratando de mergulho. Para tanto, basta fazer um curso de três dias oferecido pela Hawkes, ao custo de US$ 15 mil.

sábado, dezembro 25, 2010

Fim de ano

O fim de ano está aí e com ele o de sempre acontecendo: nos principais meios de comunicação (especialistas em futilidades mil...rs!) começam as competições da previsões para o futuro de pessoas, empresas, países, de tudo.
Tem pra todo gosto, tarô, búzios, bola de cristal, etc..
As previsões são na maioria óbvias, mas com certeza rende muita audiência e fundamentalmente dinheiro para aqueles que fazem e divulgam.
A pergunta que fica é: até que ponto as pessoas levam em conta tais previsões?

sexta-feira, dezembro 24, 2010

Em homenagem a ex-governador de São Paulo que faleceu recentemente, postamos este vídeo interessante de quando ele participou do programa Roda Viva e alertamos: não porque morreu que virou santo.
Também lembramos a todos que o Kassab continua sendo o Kassab e não é porque está indo para o PMDB, dando um duro golpe ninho demotucano, que ele também virou santo. Longe disso, ele é mais um oportunista. São Paulo está um lixo sob sua gestão.
Lembramos a todos os homens da necessidade de se fazer o exame de próstata!

segunda-feira, junho 08, 2009

A Folha porta-voz do Serra e do neoliberalismo
Quanto menos Estado, mais Privada

Que a Folha é porta-voz do Serra e do Neoliberalismo é sabido por todos, pois bem, não é demais lembrar mais um editorial contrário a movimentos sociais qualquer que seja ele que conteste o status quo, que saia da linha de pensamento dos barões da mídia, barões mesmo se olharmos na própria Wikipedia na verbete Octávio Frias de Oliveira vamos encontrar o seguinte trecho: "Filho de Luís Torres de Oliveira, juiz de direito na localidade de Queluz, e de dona Elvira Frias de Oliveira, era descendente dos barões de Itaboraí e de Itambi". Pois bem, esses caras estão com o poder nas mãos desde que Cabral chegou aqui, a custo de que?
A que custo eles defendem a educação à distância? Com certeza não é para defender os "que mais estudantes, com renda abaixo da média dos alunos da universidade, possam desfrutar dos serviços educacionais da USP", pois ela não está nem aí com os mais pobres e sim interessada na manutenção da política de sucateamento da educação, do neoliberalismo, precarização. Isso equivale a dizer que nos encontramos em um processo de emburrecimento geral da população paulista, seja no ensino básico e agora na educação superior pública, onde com essa proposta vai existir os estudantes com renda melhor, que puderam estudar nas escolas particulares e cursinhos, mais bem preparados, onde bem ou mal, vão poder desfrutar de cursos presenciais, de toda infraestrutara da universidade, e os com renda mais baixa, como o próprio editorial preconiza, que terão cursos à distância, menos não sendo de localidades distantes, é isso que irá ocorrer. Menos sala de aula, menos professores, menos estrutura física, menos debate na universidade.
A equação é simples: menos debates (troca de idéias) + menos presença (socialização) = menor qualidade. Isso facilita com certeza o proliferação de um pensamento único, na medida haverá uma centralização em um corpo docente cada vez mais enxuto e um corpo discente cada vez maior. A tucanada depois de destruir a educação básica com sua medidas, agora encontra-se em outro nível, após o a fase do sucateamento da educação superior agora pretende acirrar ainda mais a diferenças sociais, onde vai existir no interior da universidade pública, uma univesidade para os mais bem preparado que tiveram chance de uma escola melhor, cursinho, etc., e uma virtual universidade para estudantes de baixa renda. Que pode até ser chamada de universidade, mas no fundo no fundo todo mundo sabe que não é bem assim. Fazendo uma alusão chula e inoportuna, podemos comparar a educação virtual ao sexo virtual em que as pessoas imaginam e chegam até ao prazer mas que não passa de imitação, de uma enganação de si mesmo, mentira deliberada.
Pra fechar, a matemática tucano-liberal é a seguinte: menos Estado = mais Privada.

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Editoriais

editoriais@uol.com.br

Moinhos de vento na USP
A COSSADA POR movimentos políticos munidos de carros de som e bastante tempo ocioso, a Universidade de São Paulo passa por uma nova rodada de protestos e greves.
Nesta semana, a polícia foi chamada duas vezes para impedir o bloqueio de unidades no campus paulistano, uma delas a própria reitoria. A PM afirmou que o policiamento vai continuar enquanto durarem os piquetes.
A associação dos docentes da USP julgou a medida "intimidadora", "autoritária" e uma "ameaça à comunidade universitária". Contra ela, reuniram-se 120 membros, que decidiram pela greve, juntando-se a parte dos funcionários e dos alunos. A universidade tem 9.000 docentes.
É de perguntar se os termos escolhidos pela Adusp não qualificam, com mais propriedade, a atuação da própria entidade e de outras associações universitárias, permeadas por sindicatos e partidos políticos de exígua expressão fora dos campi.
O estatuto da USP determina que cabe ao reitor exercer o poder disciplinar. A invasão da reitoria em 2007, que durou 50 dias devido à falta de pulso da direção, parece ter dado a essa minoria truculenta a sensação de que tudo ali é permitido.
Se é preciso chamar a polícia para conter a barafunda que pressupõe depredação de patrimônio público e lesão ao funcionamento da instituição, que seja chamada. A USP funciona com verbas provenientes de impostos pagos por toda a sociedade. Não é um mundo à parte.
Desta vez manifestantes também atacam a abertura de cursos a distância pela instituição. Traduzida, esta reivindicação equivale a tentar impedir que mais estudantes, com renda abaixo da média dos alunos da universidade, possam desfrutar dos serviços educacionais da USP.
O paroxismo mostra a que ponto desceram as agremiações uspianas em seus arranques alucinados contra moinhos de vento. Alenta saber que a imensa maioria da comunidade universitária simplesmente as ignora.


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quinta-feira, junho 04, 2009

Nada como um dia após outro dia

Nesta série de severas mudanças em que estamos neste blog, por ninguém visitado, diga-se de passagem, hoje fizemos um bestial progresso na integração tecnológica: blogger + twitter.


Saudações

quinta-feira, maio 21, 2009

Twitter

Esse negócio é medonho!
é coisa do demo
meia duzia de nego
falando com o nada
dizendo muita coisa e coisa nenhuma
sai saravá,
vá diretro satanás
deus livre o guarda


saudações

quarta-feira, maio 20, 2009

Mudanças


Estamos num canteiro de obras, assim como PAC, vamos mudar o Brasil e este Blog. Espere e verás...ou não;)

terça-feira, maio 19, 2009

A busca

Ou a fuga! Quando escrevi as palavras de logo abaixo, com toda certeza foi em um lapso de sublime inspiração, não sabia eu que tinha tanto talento para a enrolação, talvez seja a academia que tenha feito isso comigo, mas julgo que em grande parte foi a école de vie, o movimento estudantil, a ETE, etc. No entanto, ao enviar tais escrituras para os saudosos companheiros, camaradas de primeira hora, eis que recebi um feed-back, uma devolutiva, para ser mais embromático. Vitor Hugo, vulgo Vitão, grande conselheiro, no apogeu de seu talento alumiou o caminho que devo seguir: Só na groselha. Este será o novo nome para este devido blogo, o significa ainda carece de maior clareza e explicação luso-filológico, mas em princípio é que para aguentar tanta embromação realmente só na groselha!


Saudações


PS: Agora começa um longo processo de transição, com idas e vindas, avanços e retrocessos, em última instância, um processo dialético.

segunda-feira, maio 18, 2009

A busca

Tenho notado que o mundo mudou e nosso blog não pode ficar atrás das mudanças globais, dos novos padrões e tecnologias digitais. A meu ver o nome já não tem um referencial na realidade por isso proponho ao público em geral, assíduos leitores, diga-se en passant, e aos demais colaboradores que por ocasião tem dados valorosas colaborações, mudar o nome do presente blog. Mas eis a questão crucial, a pedra fundamental, filosofal, monumental, estrutural...Qual?
Qual o nome mais certo para um blog incerto? Um blog que segue de perto as principais tendências de mudança, das nuances da vida do bits, que se comportam sabe lá deus como, quando e por quê?
O caso é que sem rumo e sem fumo, sem eira e nem beira, vamos seguindo nessa imensidão digital, virtual, virtuosa no sentido menos completo do termo, seguindo o fluxo das massas, de ar ou do que for, para um caminho por demais longínquo e sem volta em que tempo e o espaço resumem-se a uma mera comunhão binária.
Conheça-te a ti mesmo.
Seguindo os ensinamentos socráticos acho que se faz oportuno uma profunda reflexão tendo em vista as ditas mudanças, em que um mundo novo está sendo constuído sobre as ruínas do antigo temos de chegar ao conhecimento pleno de quem somos e o que queremos, para assim caminhar na direcção dos corações e mentes a serem libertados.
Este post lança luz sobre as linhas mestras do relevo sinuoso que temos pela frente, obscuro por vezes, confuso, mas irremediavelmente obrigatório aos que sã consciência ou não, estão devotados a justa quimera.


Saudações


Rafael Dantas

quinta-feira, abril 16, 2009

Cuba

Sobre esta recente ofensiva do império decadente contra Cuba, só vem a reforçar que o novo presidente estadunidense muda a cor da casa branca mas não muda a essência. O criminoso embargo não foi tirado e só será revisto caso a ilha se enquandre aos ditames da democracia burguesa dos direitos humanos burguês, que é aquele maleável, funciona pra uns pra outros não! Porque eles não embargam a China?


Saudações

Ps: a mudança em Cuba já começou, antes mesmo da eleição de Obama, Raul é o novo comandante-em-chefe da ilha, e todos nós sabemos que ele tem mais tempo de militância que o próprio irmão.

quinta-feira, abril 02, 2009


A mudança está em curso

Para onde ela nos levará só o curso da história poderá responder. Alguma coisa acontece não só na fórmula 1, com o primeiro negro campeão, quanto na casa branca sinalizam um novo tempo. A crise tem a única superpotência a perder força, sua economia já vem se deteriorando, e a cada dia mais temos indícios de que o panorama geopolíco mundial se altera de forma irreversível. Um exemplo claro disso é China que aproveitando-se do momento e buscando melhorar sua posição na economia global começa a dar sinais mais ousados, como o lançamento do yuan como moeda internacional e potencializando através de seus contratos com outros países. Todavia as mudanças não se processam de imadiato mas o que intriga mesmo é visualizar tais movimentos.

domingo, maio 04, 2008

Seguindo a linha de análise da América Latina gostaria de recomendar o artigo de Altamiro Borges no portal vermelho: http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=36971

sábado, maio 03, 2008

Geopolítica da América Latina

Alguém me disse que conforme o centro do sistema fica mais reacionário a periferia tende a ficar mais revolucionária. No caso da América Latina isso pode ser notado com facilidade, alguns vão dizer que de esquerda o governo brasileiro não tem nada, não quero entrar nestes méritos, pois uns também afirmam que o Chávez é de direita e está servindo ao império, ou seja, pode varia muito conforme o gosto pessoal. Então vamos utilizar os padrões estabelecidos pela ótica da grande mídia, que outros, como Olavo de Carvalho, vão dizer que é comunista!
Em graus diferentes, e modos diferentes de se relacionar com o mundo e com sociedade interna: Brasil, Venezuela, Argentina, Uruguai, posteriormente Bolívia, Equador e agora o Paraguai. O caso do Chile, eu não sei ao certo o recorte temporal, mas ao que me parece é um centro-esquerda, seja lá o que isso quer dizer, que conversa com o mercosul, luta contra a caça predatória as baleias feita pelo Japão e negocia com os EUA. O Peru, tem lá um governo identificado com os EUA, a Colômbia é braço militar do pentágono aqui. É claro que não é estático o quadro, os processos políticos vão andando, concatenando, o império tentando sabotar, melar, dividir. Vide golpe político na Venezuela, a morte do dirigente das Farc, o plebiscito na Bolivia.
Os Estados Unidos, estão na defensiva fazem o jogo deles, mas se vacilar eles passam a perna mesmo, sem dó nem piedade. Mas a realidade é que foi investido muito no Oriente Médio, e pode não ter sobrado tempo, ou fôlego para a AL. Por isso que virou o que virou.
A concorrência também vem se acirrando, o Euro tem cada dia mais valor, os EUA tem cada dia mais inimigos, ou os seus inimigos tornam-se mais poderosos. Seus amigos na maioria das vezes são subjulgados e por isso guardam grandes ressentimentos. A União Européia é concorrente direto, a China é concorrente direto, fazem o jogo diplomático mas querem ver os americanos mesmo é pelas costas. Ao que parece os EUA chegaram ao um ponto cruncial de seu desenvolvimento, e o quadro é cada vez mais adverso, tanto no plano político como no econômico.
O que quero dizer é que o perfil da AL pode guardar profundas relações com o perfil do governo americano, sua realidade interna e sua política exterior. No entanto, falta pouco para a eleição presidencial e a mudança no quadro político, no pefil diplomático e no tipo de ofensiva imperialista. Tal pefil novo, pode não ser tão belicista, guerreiro e genocida, mas não significa que serão menos agressivos, pois o podem fazer de uma outra forma, mais velada. O que leva a todos a pensar que o império está menos reacionário, seguindo nesta linha eu pergunto, quais serão as atitudes e o comportamento da periferia diante desta nova realidade.
O que me passa a cabeça são duas coisas:
1) pode ser o acentuamento de uma perda da liderança mundial, a concretização do mundo multi-polar, com a evidência do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), sob a liderança da China
2) uma nova estratégia, uma nova política, para impedir a perda da hegemonia mundial.

São muitos os motivos que catam a queda do Império, mas só o tempo dirá quais foram realmente o que foram decisivos. No que tange a AL é preciso um esforço sobremaneira para manter as posições atuais, integrar e dinamizar a região. Não só no plano econômico, mas também cultural, de mais identidade entre os vizinhos. Fortalecendo assis os elos da região, pois a as investidas estão aí para quem quiser ver, e eles virão de várias formas e com estratégias diferentes e ousadas.

Ps: Esqueci de do caso do México, é claro que não vou saber todos os casos, mas o caso mexicano é emblemático, pois está nas barbas do império e é claro que seria muito perigoso se um governo nacionalista se estabelecesse ali.


Saudações

domingo, março 23, 2008

sábado, março 22, 2008

Questões atuais

Os recentes fatos geopolíticos de grande repercussão não escondem suas origens. É claro que eles estão diretamente ligados os interesses do Departamento de Estado norte-americano, ou alguém duvida disso? No caso do Tibete, o teto do mundo, que além de posição estratégica no tabuleiro, também é uma importante região hidrológica, onde formam-se os principais rios do sudeste asiático. Isso tudo ocorre num palco onde a China ganha cada vez mais importância econômica e prestigio mundial. É claro que depois de terem concentrado todas as suas energias no Afeganistão e Iraque, duas frentes de guerra ao mesmo tempo, e baixado a poeira, as ações do Império voltam a ganhar relevância e cada vez mais incisivas. A revolta no Tibete, tem vários sentidos, o primeiro as Olimpíadas de Pequim que se aproximam, uma outra faceta que explica é velha política romana de dividir para governar, uma tática tão velha mas com resultado certo. Dentro dessa questão unidade/divisão, pode-se alocar também as eleições em Taiwan, onde venceu o candidato que quer uma aproximação com China. A inter-relação dos fatos é impressionante, e interessante ver como um fato liga a outro.
Faz um tempo que a China vem transferindo os capitais acumulados na área litorânea, cujo desenvolvimento econômico é notável, para a área menos desenvolvida do país, o Oeste, a conquista do Oeste, não é novidade para ninguém que guarda relações com o desenvolvimento dos Estados Unidos, sua integração territorial e sua afirmação como potência. Visando esta integração territorial é possível verificar a construção de inúmeras ferrovias, inclusive uma ligando o Tibete, no esforço de desenvolver as outras regiões do país.
Essa máquina Chinesa que está sendo montada, se bem articulada e dinamizada, donde emergirá o maior proletariado do mundo sob a direção central de um Partido Comunista, causa medo e incerteza a qualquer falcão neocon da Casa Branca e mesmo do Pentágono.
Associado a estes fatos marcantes também podemos verificar ações aqui bem perto, na América do Sul, depois de um período em que ascenderam ao poder forças mais democráticas, populares e nacionais na região devido, sobretudo as crises econômicas da década de 1990 e o fracasso do neoliberalismo, as pegadas estadunidenses podem ser notadas com mais nitidez do que outrora. Tais pegadas denunciam o modus operandi do Império, "dividir para governar"!!! Uma integração latino americana, política, econômica e energética, juntamente com uma política externa mais soberana e que agisse em bloco de acordo com os interesses regionais seria extremamente nocivo a manutenção da posição de potência hegemônica mundial. A atuação política na região, apesar dos revezes eleitorais e do fracasso na tentativa de golpe na Venezuela tem uma participação ativa com propostas de sedução por meio de Tratados de Livre Comércio (TLC), no caso Chile e até mesmo no seio do Mercosul - as tentativas foram com Uruguai e Paraguai. Fora isso apenas, a regra foi fortalecer o aliado de primeira hora, a Colômbia, investir pesado no Plano, que é vendido como um plano de combate ao narcotráfico e ao terrorismo das Farc, mas que de inocente não tem nada e revela além desses objetivos outros tantos objetivos ocultos. Primeiramente pois se quiserem combater o narcotráfico eles teriam que pensar em derrubar o presidente Álvaro Uribe que tem estreita ligação com estes. Segundo, Equador e Venezuela são grandes produtores de petróleo objeto de cobiça dos EUA no mundo. Terceiro, a região amazônica faz parte do interesses americanos há muito tempo, ora mais explícitos, ora menos.




segunda-feira, fevereiro 18, 2008


Vale

A notícia é velha, mas já tem algum tempo que entrou no ar a nova campanha publicitária da Companhia Vale do Rio Doce, que agora passa a ser denominada apenas Vale. Na prática muita gente já a chamava assim, no entanto trata-se de uma mudança institucional enlaçado com uma nova estratégia de marketing que procura reposicionar a marca, juntamente com um novo desenho para o símbolo da empresa com as cores verde e amarelo; tais mundanças trazem consigo a tentativa de a empresa identificar a marca com o país e apagar a idéia de ex-estatal.
A idéia é simples: que privatização da CVRD, aliás, a entrega da estatal seja aos poucos esquecida, empresa que hoje vale mais de 160 bi de reais, e que foi vendida por míseros 3,3 bi de reais!!! Alguns afirmam que na época do leilão seu valor já era algo em torno de 100 bilhões. Que fazer?

quarta-feira, janeiro 23, 2008



Caos instaurado no mercado financeiro?

É o que diz o noticiário e os números das bolsas do mundo todo, o que nós, simples mortais sentimos é pode dar bosta. Questões como "será este o momento em que Jesus volta?", "é o começo do fim?" ou "seriam os deuses astronautas?" vêm à tona numa situação de queda generalizada das bolsas do mundo todo. Tento aqui me lembrar das aulas de economia e procuro o papel onde estavam os gráficos dos ciclos de Juglar e Kondratieff para ver se tem alguma relação.
Mas hoje mesmo o Fed, atentes que fedesse mesmo e chegasse o apocalipse econômico, anunciou um corte generoso nos juros de 0,75%. Seja lá o que isso represente, a impressão que fica é que, dado o momento prolongado de crescimento da economia mundial, a calmaria, parecia natural que uma hora poderia cagar bosta, é preciso salientar também que toda esta esperança de que uma hora a vaca iria pro brejo talvez contribuíra sobremaneira para o pânico geral dos mercados. E quem me diz que isso também não é de certa forma alimentado... O capitalismo, não é mais o mesmo da crise de 29, e têm os seus mecanismos de controle, apesar de tudo parecer tão livre, a mão invisível as vezes é a dos órgãos governamentais que servem de suporte para estabelecer as regras do jogo. E mais, o Tio San é um grande conhecedor das leis econômicas e é difícil pensar que este vai ficar apático vendo seu modo de vida e seus negócios escorrerem pelo ralo, sem tomar providências, de modo que tal pânico também pode servir para uma reacomodação dos mercados, certo ajuste para corrigir incongruências. Incongruências oriundas das contradições da finaiceirização da economia global.
Todavia há de se ressaltar que as bolsas em queda livre jogam o preço das ações contra o solo, e não é preciso ser expert em mercado financeiro para saber que pode ser um bom momento para se comprar tais ações e/ou ampliar a carteira com aquelas que outrora estava inacessíveis. Tendo se em mente que o capitalismo não é mais o capitalismo 29, e que essa crise mais cedo ou mais tarde irá passar.

sexta-feira, janeiro 18, 2008



É, parece brincadeira, pegadinha do malandro, mas a realidade é que o Juiz de uma tal Vara de Minas Gerais proibiu a alegria da moçada, proibiu a comercialização dos jogos Counter Strike e EverQuest. Provavelmente este juiz não teve infância, muito menos juventude. É claro que jogar muito game pode te deixar um pouco retardado, prejudicar nos estudos, perder horas da sua vida numa besteira. Eu mesmo já passei horas na frente do computador montando cidades num certo jogo. O melhor era a opção que o jogador assume algumas funções de Deus, pode mandar raios, tornados, meteoros, destruir tudo, como prefeito você também pode foder a vida de seus munícipes. Se esse juiz visse este jogo então, não vou mencionar o nome pois vai que o tal juiz que gosta tirar doce da boca de criança lê meu blog!
Por outro lado, a proibição da comercialização do jogo pode ter um resultado positivo, sim pois ele pode ser distribuído de graça!!! Mas quem me diz que esta proibição não vai chamar mais a atenção para o tal game???
Por fim, o tal juiz afirma que o jogo estimula a subversão da ordem social e atenta contra o estado democrático de direito e a segurança pública... Acho que o Mst deveria mudar o seu foco, e transformar-se numa empresa de jogos para computador. Eu acho bom alguém avisar este doutor aí o que é que estimula a subversão social!!!


Saudações

terça-feira, janeiro 15, 2008

Engraçado como os discursos sobre democracia se desmontam com os fatos...Por que Bush não fala nada sobre a democracia ao rei Abdallah da Arábia Saudita????? Eis a questão!

sexta-feira, janeiro 11, 2008

Motoboys param o trânsito de São Paulo e dão olé na PM

A tevê estava falando sozinha em casa hoje, logo após o almoço. Aquele jornalismo mundo-cão da Record, com aquele cara que grita pra câmera e que chega a irritar os ouvidos...Passando por ali parei e me interessei pelo que estava sendo noticiado: Manifestação dos Motoboys. Devido as novas regras de segurança para esses trabalhadores, parte da categoria decidiu se manifestar contrário as novas regras, que mexem diretamente no bolso dos mesmos. Para ser breve, não vou tocar na cobertura péssima da Record, nem nas novas regras impostas a tais trabalhadores, mas gostaria de abordar a velocidade com que essas motos andam pela cidade, uma velocidade que São Paulo lhes pede e exige, mas que eles é que pagam por ela com a aumento do seguro obrigatório, entre outros, e muitas vezes pagam com a própria vida. Esses trabalhadores, cachorro-louco do asfalto, o que eu noto, particularmente, são sempre jovens que não conseguiram uma profissão, não terminaram os estudos, ou arranjaram um filho e tais fatores o levaram a vida dos corredores por entre os carros no trânsito caótico da metrópole paulista.
Nesse caso prevalece o velho ditado de que a corda sempre arrebenta para o lado mais fraco, ou seja, os motoboys. Uma profissão de altíssimo risco de vida, mal regulamentada, mal remunerada e de certa forma uma categoria nova, que impressiona pela sua solidariedade e união de seus pares, mesmo com precária organização sindical. O que ficou claro episódio, que me chamou a atenção fora a forma de manifestação, tradicionalmente como outros movimentos sociais, o alvo foi vias de grande fluxo de carros. Num ponto estratégico da Marginal Pinheiros eles se aglomeraram reduziram a velocidade de todo o fluxo, enfim pararam e estacionaram as motos por mais de dez minutos, causando um grande congestionamento que foi sentido na Marginal Tietê. O local era tão estratégico que polícia só teve uma alternativa para chegar até os manifestantes: ir pela contra-mão, ao aproximarem os PMs, os motoboys levantam vôo e liberaram o trânsito, mas não por muito tempo, cerca de 500 metros após o local onde os carros da polícia militar estava eles pararam novamente, dando um belo olé nos homens fardados. E então começou uma disputa entre gato e rato pelo trânsito da capital paulista, a PM foi reforçada pelos soldados de motocicletas, pois de carro não tinha nem chance. Até o momento em que fiquei assistindo o espetáculo, com direito a helicóptero da Rede Record e o narrador que hora apoia os manifestantes, hora condena com veemência as atitudes do movimento, tudo em busca de prender o telespectador, tinha havido uma prisão e os motoboys haviam se dispersado parcialmente, mas que paravam em outros pontos ou reduziam a velocidade do trânsito.