Quanto menos Estado, mais Privada
Que a Folha é porta-voz do Serra e do Neoliberalismo é sabido por todos, pois bem, não é demais lembrar mais um editorial contrário a movimentos sociais qualquer que seja ele que conteste o status quo, que saia da linha de pensamento dos barões da mídia, barões mesmo se olharmos na própria Wikipedia na verbete Octávio Frias de Oliveira vamos encontrar o seguinte trecho: "Filho de Luís Torres de Oliveira, juiz de direito na localidade de Queluz, e de dona Elvira Frias de Oliveira, era descendente dos barões de Itaboraí e de Itambi". Pois bem, esses caras estão com o poder nas mãos desde que Cabral chegou aqui, a custo de que?
A que custo eles defendem a educação à distância? Com certeza não é para defender os "que mais estudantes, com renda abaixo da média dos alunos da universidade, possam desfrutar dos serviços educacionais da USP", pois ela não está nem aí com os mais pobres e sim interessada na manutenção da política de sucateamento da educação, do neoliberalismo, precarização. Isso equivale a dizer que nos encontramos em um processo de emburrecimento geral da população paulista, seja no ensino básico e agora na educação superior pública, onde com essa proposta vai existir os estudantes com renda melhor, que puderam estudar nas escolas particulares e cursinhos, mais bem preparados, onde bem ou mal, vão poder desfrutar de cursos presenciais, de toda infraestrutara da universidade, e os com renda mais baixa, como o próprio editorial preconiza, que terão cursos à distância, menos não sendo de localidades distantes, é isso que irá ocorrer. Menos sala de aula, menos professores, menos estrutura física, menos debate na universidade.
A equação é simples: menos debates (troca de idéias) + menos presença (socialização) = menor qualidade. Isso facilita com certeza o proliferação de um pensamento único, na medida haverá uma centralização em um corpo docente cada vez mais enxuto e um corpo discente cada vez maior. A tucanada depois de destruir a educação básica com sua medidas, agora encontra-se em outro nível, após o a fase do sucateamento da educação superior agora pretende acirrar ainda mais a diferenças sociais, onde vai existir no interior da universidade pública, uma univesidade para os mais bem preparado que tiveram chance de uma escola melhor, cursinho, etc., e uma virtual universidade para estudantes de baixa renda. Que pode até ser chamada de universidade, mas no fundo no fundo todo mundo sabe que não é bem assim. Fazendo uma alusão chula e inoportuna, podemos comparar a educação virtual ao sexo virtual em que as pessoas imaginam e chegam até ao prazer mas que não passa de imitação, de uma enganação de si mesmo, mentira deliberada.
Pra fechar, a matemática tucano-liberal é a seguinte: menos Estado = mais Privada.
A que custo eles defendem a educação à distância? Com certeza não é para defender os "que mais estudantes, com renda abaixo da média dos alunos da universidade, possam desfrutar dos serviços educacionais da USP", pois ela não está nem aí com os mais pobres e sim interessada na manutenção da política de sucateamento da educação, do neoliberalismo, precarização. Isso equivale a dizer que nos encontramos em um processo de emburrecimento geral da população paulista, seja no ensino básico e agora na educação superior pública, onde com essa proposta vai existir os estudantes com renda melhor, que puderam estudar nas escolas particulares e cursinhos, mais bem preparados, onde bem ou mal, vão poder desfrutar de cursos presenciais, de toda infraestrutara da universidade, e os com renda mais baixa, como o próprio editorial preconiza, que terão cursos à distância, menos não sendo de localidades distantes, é isso que irá ocorrer. Menos sala de aula, menos professores, menos estrutura física, menos debate na universidade.
A equação é simples: menos debates (troca de idéias) + menos presença (socialização) = menor qualidade. Isso facilita com certeza o proliferação de um pensamento único, na medida haverá uma centralização em um corpo docente cada vez mais enxuto e um corpo discente cada vez maior. A tucanada depois de destruir a educação básica com sua medidas, agora encontra-se em outro nível, após o a fase do sucateamento da educação superior agora pretende acirrar ainda mais a diferenças sociais, onde vai existir no interior da universidade pública, uma univesidade para os mais bem preparado que tiveram chance de uma escola melhor, cursinho, etc., e uma virtual universidade para estudantes de baixa renda. Que pode até ser chamada de universidade, mas no fundo no fundo todo mundo sabe que não é bem assim. Fazendo uma alusão chula e inoportuna, podemos comparar a educação virtual ao sexo virtual em que as pessoas imaginam e chegam até ao prazer mas que não passa de imitação, de uma enganação de si mesmo, mentira deliberada.
Pra fechar, a matemática tucano-liberal é a seguinte: menos Estado = mais Privada.
A COSSADA POR movimentos políticos munidos de carros de som e bastante tempo ocioso, a Universidade de São Paulo passa por uma nova rodada de protestos e greves. Nesta semana, a polícia foi chamada duas vezes para impedir o bloqueio de unidades no campus paulistano, uma delas a própria reitoria. A PM afirmou que o policiamento vai continuar enquanto durarem os piquetes. A associação dos docentes da USP julgou a medida "intimidadora", "autoritária" e uma "ameaça à comunidade universitária". Contra ela, reuniram-se 120 membros, que decidiram pela greve, juntando-se a parte dos funcionários e dos alunos. A universidade tem 9.000 docentes. É de perguntar se os termos escolhidos pela Adusp não qualificam, com mais propriedade, a atuação da própria entidade e de outras associações universitárias, permeadas por sindicatos e partidos políticos de exígua expressão fora dos campi. O estatuto da USP determina que cabe ao reitor exercer o poder disciplinar. A invasão da reitoria em 2007, que durou 50 dias devido à falta de pulso da direção, parece ter dado a essa minoria truculenta a sensação de que tudo ali é permitido. Se é preciso chamar a polícia para conter a barafunda que pressupõe depredação de patrimônio público e lesão ao funcionamento da instituição, que seja chamada. A USP funciona com verbas provenientes de impostos pagos por toda a sociedade. Não é um mundo à parte. Desta vez manifestantes também atacam a abertura de cursos a distância pela instituição. Traduzida, esta reivindicação equivale a tentar impedir que mais estudantes, com renda abaixo da média dos alunos da universidade, possam desfrutar dos serviços educacionais da USP. O paroxismo mostra a que ponto desceram as agremiações uspianas em seus arranques alucinados contra moinhos de vento. Alenta saber que a imensa maioria da comunidade universitária simplesmente as ignora. Texto Anterior: Editoriais: Fio da navalha Próximo Texto: São Paulo - Clóvis Rossi: O Brasil e sua eterna fuga Índice |